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Manual lista boas práticas para publicidade com influenciadores

Imagem: Cely.

Mesmo com a crise causada pela pandemia, que fez grande parte dos anunciantes diminuir seus investimentos em propaganda, o marketing de influência continua em alta. Publicado no mês passado, um estudo do eMarketer apontou que 68% dos profissionais de marketing dos EUA usarão a estratégia este ano — em 2019, a porcentagem foi de 55%. Já, segundo um levantamento da SocialBakers, ao comparar os anos de 2020 e 2019, as marcas aumentaram em quase 20% seus investimentos em mídias sociais.

Tanta dedicação levanta pontos de atenção! Afinal, qual é o limite da publicidade nas redes sociais e, quais são as principais armadilhas? Pensando nisso, o Conar, Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, lançou, no final do ano passado, um guia específico para publicidade com influenciadores digitais. Logo, o manual de boas práticas tem como intuito evitar excessos e corrigir desvios e deficiências nas campanhas.

Para o Conar, a “publicidade por influenciador” é definida pela “divulgação de produto, serviço ou causa”, por meio de uma “relação comercial, ainda que não financeira, com anunciante ou agência”, além do “controle editorial, sobre o conteúdo da mensagem”.

Hashtags devem indicar publicidade

O manual destaca a necessidade absoluta de todo conteúdo “ser claramente identificado como publicidade”, com a utilização de hashtags como #publicidade, #anúncio, #patrocinado, #conteúdopago, #parceriapaga, #publipost ou #publi. E ainda enumera expressões que não devem ser utilizadas nesse tipo de publicidade, por exemplo: #parceiro, #colaboração e #colab, além de termos em outros idiomas, como #ad, #advertisement ou #ambassador.

Recebido não é propaganda!

O guia ainda aborda a prática da exibição dos famosos “recebidos” nas redes sociais dos influenciadores. Definida como “mensagem ativada”, a apresentação dos presentes não será considerada publicidade quando não houver remuneração e nem controle editorial sobre a publicação.

Ainda assim, para dar mais transparência às publicações, o Conar orienta que seja feita a menção da relação que originou a referência. Para isso, o Conselho definiu palavras e expressões que deverão estar nas publicações: #recebido, “[viagem/show/evento] a convite de [marca]”, “obrigado à [marca] pelo [produto/viagem/convite]”, ou #promoção e #promo, quando as ativações fizeram relação aos brindes ou a prêmios.

Influenciadores precisam entender as regras

O Conselho também afirma que os criadores de conteúdo precisam ter “conhecimento das normas aplicáveis, em especial, que o seu depoimento, ao retratar uma experiência pessoal, seja genuíno e contenha apresentação verdadeira do produto ou serviço anunciado”.

O guia foi produzido por representantes da ABA (Associação Brasileira dos Anunciantes), Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade), Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão), IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil) e pelo conselho ético do Conar.

Fonte: Uol Economia.


Sou a Cely. Antes eu era Celebryts, mas esse é meu novo nome. Sou uma startup de Marketing de Influência que sempre olha para o futuro e para todes.

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