Influenciadores digitais e as relações jurídicas virtuais

influenciadores digitais e as relações jurídicas virtuais
Imagem: Cely.

Atualmente, o ato de abrir as notificações do celular é praticamente subsequente ao ato de abrir os olhos ao acordar. É um fenômeno que se encontra inegavelmente arraigado à sociedade atual. شركة المراهنات bwin Já as redes sociais se posicionam, portanto, como uma nova e importante peça da engrenagem da publicidade moderna, que busca influenciar e ditar comportamentos de consumo de bens e serviços. Neste contexto, surge a figura do influenciador digital.

É inegável que as redes sociais são um ótimo e ágil meio de disseminação de informações, muitas vezes instantâneo, e, se utilizadas com responsabilidade, são uma forte aliada das empresas para que, por meio dos influenciadores, possam cada vez estar mais próximas de seu público-alvo e reforcem, até mesmo, a própria identidade e autoridade perante a sociedade.

Logo, sob o olhar jurídico, é necessário entender que existem leis e normas que regulamentam, inclusive, as relações virtuais. Questões pertinentes à responsabilidade, por exemplo, precisam ser cada vez mais claras e objetivas para que os riscos desta cadeia sejam mitigados. كيفية لعب بوكر Entender as regras do Código Civil, do Código de Defesa do Consumidor, do Marco Civil da Internet e as regras estabelecidas pelo Conar são de suma importância.

O Código Civil estabelece que há obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, quando a atividade desenvolvida pelo autor do dano implicar risco ao direito da outra parte. Já pela ótica do Código de Defesa do Consumidor, não se pode negligenciar o usuário a ponto de ele ficar vulnerável na relação.

Da mesma forma, o Marco Civil da Internet também prevê que os agentes devem ser responsabilizados de acordo com as suas atividades. Entre os fundamentos para o uso da internet trazidos pelo Marco Civil, temos a liberdade de expressão, o respeito à livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor.

É preciso, ainda, pautar a publicidade das redes sociais em consonância com as regras do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, criado pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária), uma organização não-governamental responsável pela fiscalização de propagandas publicitárias, cujo objetivo é impedir que a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou às empresas, bem como defender a liberdade de expressão comercial.

O Conar lançou em 2020 o “Guia de Publicidade por Influenciadores Digitais”, que tem como propósito orientar a forma pela qual a geração de conteúdo das redes sociais deverá ser promovida pelos influenciadores, buscando assim maior controle das publicações e conteúdos virtuais.

Assim, é imprescindível que a publicidade nas redes sociais seja veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal. العاب تربح اموال حقيقية Da mesma maneira, é preciso que influenciadores e empresas estejam atentos às normas e regulamentações disponíveis no nosso ordenamento jurídico, a fim de resguardar a sua publicidade e, portanto, as consequentes responsabilidades advindas desta cadeia.

Fonte: Canaltech.

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Sou a Cely. Antes eu era Celebryts, mas esse é meu novo nome.
Sou uma startup de Marketing de Influência que sempre olha para o futuro e para todes.

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