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Expressão digital: A ascensão da criatividade dos creators à luz da pandemia

Imagem: Unsplash.

No estudo dos novos cenários socioculturais é natural enxergar o impacto de grandes eventos no comportamento humano, sobretudo as respostas dadas pelas sociedades e pelo indivíduo em meio ao medo e incertezas. Hoje, vivemos um momento ímpar e, ao mesmo tempo, propício para analisar o que será esse porvir na produção de conteúdo e o papel da criatividade nesse contexto. Como resposta à instabilidade emergem vozes, que passam a ser o território de creators.

Um ponto de partida para essa análise é o relatório The Future 100: 2020, conduzido pela JWT Intelligence, que ganhou uma edição complementar à luz da pandemia. Lançado originalmente em janeiro deste ano, o relatório — nessa versão revisitada, apresentada recentemente — aponta 25 tendências que foram aceleradas, amadurecidas, intensificadas ou que surgiram na esteira da Covid-19. Esse mapeamento é um importante norteador de mudanças das demandas e dos comportamentos emergentes do consumidor.

O relatório defende que uma das personas representadas pelos criativos são os adolescentes — que estão mapeando um novo território de expressão digital e artística, utilizando um arsenal de plataformas criativas como Snapchat e TikTok. O que vemos é que, com tantas pessoas confinadas em casa, novas estratégias de criação surgem como resposta ao momento; a criatividade está florescendo na quarentena e no período de distanciamento social.

Uma outra evidência dessa movimentação está na iniciativa da Apple: em abril, a empresa lançou um anúncio mostrando que a “criatividade continua apesar dos bloqueios”. O que representa esse tipo de movimentação? Que artistas e marcas são peças fundamentais para uma espécie de resistência; eles fazem um convite para que as pessoas criem e ingressem em comunidades artísticas.

No mesmo mês, a grife Gucci convidou criativos como Elton John, Dakota Fanning e Jane Fonda para publicar conteúdo original nos canais da marca como um esforço para estimular a criatividade. Em outra iniciativa, a Dazed lançou a #AloneTogether — uma comunidade criativa em tempos de crise. E cabe ressaltar o papel da tecnologia, que mantém as pessoas conectadas sem expô-las a riscos; na prática, os dispositivos são verdadeiras saídas criativas. Não é difícil perceber o quanto isso impacta as relações de consumo no Planeta.

Um ponto importante trazido pelo The Future 100 é o surgimento de um movimento migratório geracional. Ou seja, a criatividade não é uma habilidade exclusiva da Geração Z ou da alta renda; o relatório aponta para uma popularização da criatividade com uma distribuição etária e social. “A pandemia diferencia o influenciador do criador; entre os que criam pautas relevantes e os que ficam sem assunto”, afirma Yheuriet KaliL, CEO da agência Mosaico.

Com a pandemia, o lifestyle aspiracional passou a não fazer mais tanto sentido. A crescente preocupação com a sobrevivência a um vírus pouco conhecido, as incertezas econômicas, a crise sanitária, as mortes e a doença fizeram com que as pessoas conclamassem o momento como sendo o fim da “Era da Influência” como a conhecemos.

Fonte: Assiscity.com.


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