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Influence for everyone

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E aí, CMO, já tem estratégia de influência? É assunto seu, sim

Imagem: Cely.

Na pandemia, quando a atenção e o dinheiro dos consumidores migraram para o mundo online — que é essencialmente dominado pelos influenciadores — , a importância estratégica da influência aumentou. Setenta e seis por cento das pessoas já compraram algo recomendado por influencers (Pesquisa Qualibest), as redes sociais estão cada vez mais se fundindo com o e-commerce e, junto a isso, temos o fim da Era dos Cookies que vai tornar o Custo por Aquisição (CPA) das redes sociais mais caro, abrindo espaço para que o influencer possa morder um pedaço da verba de performance.

A atenção dos consumidores está extremamente fragmentada, eles não confiam nas mensagens que emitimos para eles, bloqueiam nossos anúncios e, em geral, perdemos a relevância em sua vida. Com dinheiro até dá para comprar alcance, mas não essa relevância tão importante. A influência entra nesse lugar aí de construção de relevância, por isso o ROI da disciplina de influência dentro da empresa chega a ser 11 vezes melhor do que o de um banner, por exemplo, de olho em soluções estratégicas que se conectam diretamente com os negócios.

Num papo com o CMO de uma grande empresa global, fiquei pensando aqui em algumas coisas que, se pudesse, eu gostaria de compartilhar com todos os CMOs por aí que estão querendo entender, de fato, como a influência pode gerar ROI de uma forma holística e multidisciplinar dentro da empresa. Afinal, como usar influenciadores de um jeito inovador?

1. Influência para além do influenciador digital

Você sabia que o conteúdo postado por funcionários de uma empresa tem 24x mais compartilhamentos e 561% mais alcance do que o que é postado nos canais oficiais da empresa? E que 82% dos consumidores confiam mais em uma marca quando o CEO ou outros líderes tem presença ativa nas redes sociais? Que tal começar a olhar para dentro quando você pensa em influência?

Usar colaboradores da empresa como influenciadores não é algo novo, mas ganhou importância a partir do momento em que as redes sociais passaram a ser meios vitais para construção de marca e, claro, para a jornada do consumidor. E isso envolve mapear, educar e nutrir uma rede de funcionários influenciadores para construção de equity de marca.

2. Influencer Relationship Management

Transformar os heavy users e brand lovers da marca em influenciadores não é novidade, o pulo do gato é pensar nisso como uma plataforma. Se o CRM permite que a gente atue na jornada do cliente, o IRM (Influencer Relationship Management), se pensado como uma plataforma, nos dá a oportunidade de potencializar a relação com as pessoas que amam e consomem a marca com o objetivo de gerar mais exposição, fidelizar outros clientes e converter. Pessoas confiam em pessoas, certo? Pense muito além do conhecido programa de pontos, pense em transformar seus consumidores em um exército de creators.

3. ROI, ROI, ROI!

E, claro, temos de falar de ROI. Mas não de ROI medido através de alcance e engajamento de post, isso não quer dizer nada para você, CMO. A pandemia acelerou a tendência que vinha transformando todos os canais de conteúdo e social em marketplaces. Live shopping, social commerce, shopstreaming, live commerce, you name it… quanto mais o e-commerce e as redes sociais convergem, mais os influenciadores se tornam vitais dentro da jornada de consumo.

E sua empresa, já pensou nisso tudo?

*Bia Granja é cofundadora e CCO da Youpix, consultoria de negócios para a influence economy.

Fonte: Exame.


Sou a Cely. Antes eu era Celebryts, mas esse é meu novo nome. Sou uma startup de Marketing de Influência que sempre olha para o futuro e para todes.

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